Aplicativo que cria e lê arquivos .WWF é baseado no popular formato PDF e não permite a impressão A organização ambiental WWF (World Wide Fund for Nature) lançou nesta semana o projeto "Save as WWF, Save a Tree" (Salve como WWF, Salve uma árvore), para incentivar pessoas e empresas a criarem documentos eletrônicos com o novo formato .WWF, que não pode ser impresso. O aplicativo que cria e lê arquivos .WWF é baseado no popular formato PDF, da Adobe. Por enquanto, esse programa gratuito só funciona no sistema operacional Mac OS X, da Apple. Uma versão para Windows está prevista para breve. "Todos os dias, florestas inteiras são derrubadas para fazer papel. Para parar o uso desnecessário de impressão e encorajar uma nova consciência sobre o uso do papel, desenvolvemos um formato novo e verde, o WWF, que não pode ser impresso", diz a WWF em seu site. "Decida quais documentos não precisam de impressão, e os salve como .WWF." O criador e leitor de arquivos WWF está disponível para download em www.saveaswwf.com Fonte: http://assuntoscriativos.blogspot.com/2010/12/wwf-lanca-formato-de-arquivo-verde-que.html#more
Para chamar a atenção para a necessidade do exame de próstata, que pode prevenir um câncer na região, a TBWA de Singapura criou para o Moustaches Make a Difference uma campanha que não apela para alguma gracinha ou trocadilho com a tradicional “dedada” e pediram apenas que os internautas cultivassem o bigode durante o mês.
Para incentivar esta prática, a agência mostrou como ela fez a diferença para algumas personalidades.
E se o internauta não tiver condições de cultivar o bigode, ele pode usar o Facebook para convencer os amigos a fazer essa contribuição.
Se a campanha fosse feita no Brasil, certamente Lula estaria entre os selecionados, não é?
A agência finlandesa 358 praticou uma espécie de publicidade solidária ao criar uma ação de guerrilha para conscientizar a população da gravidade da doação de órgãos.
Assim como em qualquer lugar do mundo, os hospitais do país têm uma fila de espera gigante para realizar transplantes. Para representar essa fila, os criativos da agência colocaram em uma praça de Helsinki cerca de 300 pessoas em linha para quem passava ter uma idéia do problema.
Para reforçar a campanha, foram instalados terminais com computadores para as pessoas “curtirem” a causa e tirar uma pessoa da fila na praça. Como não é todo dia que filas desse tamanho são vistas em locais públicos, a ação atraiu a imprensa, gerando buzz natural para a ação e ajudando a espalhar o conceito da campanha.
Mais uma prova de que ideias simples podem ser muito eficientes.
Lusy Laksita, na Indonésia, oferece curso de rádio e TV. Para anunciá-lo, a instituição só precisou distribuir canudos em forma de microfone. O suficiente para atrair a atenção do seu público-alvo, os jovens.
Mas será que as pessoas realmente beberam com esse canudo? Fonte: http://blogcitario.blog.br/2010/10/bebendo-em-microfone/
A agência belga AIR criou uma peça para a Cap 48, organização que combate o preconceito aos deficientes, que se tornou manchete em alguns veículos há alguns dias e fez um certo barulho. A modelo Tanja Kiewitz posou para a campanha de lingerie que tem o seguinte título: “olhe-me nos olhos… eu disse nos olhos”.
Segundo a Época, a modelo recebeu vários pedidos de entrevista e a campanha teve repercussão positiva, apesar de acharem o contrário.
A reação dela é natural, pois a publicidade está acostumada a construir um mundo perfeito construído através de Photoshop e quando alguém cria algo ao estilo Toscani certamente provoca uma reação diferente em cada pessoa.
Com uma atitude verdadeira, Pepsi apresenta sua nova comunicação que estimula o público a estar aberto a novas possibilidades que podem ser surpreendentes. No mundo atual, repleto de diversidade, nada é mais contemporâneo que falar sobre opções que permitem viver novas experiências, sair da rotina, variar, abrindo mão das falsas primeiras impressões, construindo um novo repertorio, somando vivências.
Com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi”, a marca associa beber Pepsi a uma alternativa que faz parte do universo das possibilidades, e que pode surpreender. A campanha criada pela agência AlmapBBDO conta com a presença conhecida do jogador do Santos Futebol Clube, Paulo Henrique Ganso. O filme começa com uma cena que muita gente já viveu, um garçom oferecendo Pepsi. Na sequência entram situações onde, ao aceitar o improvável, surpresas agradáveis e positivas são reveladas.
“Nos apropriamos de algo verdadeiro que é a situação vivida no momento de consumo da marca, sabemos exatamente a reação quando Pepsi é oferecida e nossa proposta é fazer com que as pessoas pensem que aquilo que não está na rotina pode ser uma boa alternativa. Nosso público é jovem e aberto a sair do piloto automático, da acomodação e vimos que esta proposta fala diretamente com eles” diz Luciana Fortuna, Diretora de Marketing de PepsiCo Bebidas.
Além da TV, a marca também investe em projetos especiais com veículos de mídia impressa e em ações online. Além de repaginar o site da marca, estão programadas iniciativas com o objetivo de trabalhar as redes sociais e os canais oficiais de Pepsi.
Ficha Técnica – Filme Anunciante: Pepsi Título: “Já Pensou” Produto: Pepsi Diretor de Criação: Marcello Serpa e Luiz Sanches Criação: Andre Kassu ,Marcos Medeiros, Cesar Herszkowicz e Marco Monteiro Produtora: Sentimental Filme Direção: 2 Fotografia: Pedro Cardillo Rtvc: Vera Jacinto, Gabriel Dagostini Trilha / Locutor: Tesis Montador / Editor: Rogério Alves Finalizadora: Tribbo Post Atendimento: Oscar Ferreira, Ricardo Taunay, Carol de Assis Pires Planejamento: Cintia Gonçalves, Valter Bombonato e Felipe Masson Mídia: Flavio de Pauw , Carolina Cabral e Camila Bertoli Aprovação: Andrea Alvares, Luciana Fortuna , Valeria Pando