quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Carl Warner

O fotógrafo londrino Carl Warner vai um pouco além da fotografia tradicional. Para lá de belas fotos de pessoas e até animais, o que mais chama atenção é a sua incrível invenção envolvendo alimentos.
Sim, com muita criatividade e bastante técnica, a série “Foodscapes“, um jogo de palavras que resume bem este trabalho, é uma saborosa sequência de paisagens usando alimentos.
Os verdureiros e vizinhos já sabem que a escolha de alimentos é criteriosa e ele perde horas entre rabanetes, brócolis e outros. Para conseguir os efeitos desejados, a produção é realizada em etapas, para evitar que nada murche antes do fim da fotografia.
Delicie-se!

Nesta foto as árvores são feitas de brócolis tendo ervilhas como frutos. A estradinha é de cominho, a grama não passa de ervas e pães fazem o papel de montanhas, tendo ao fundo, nuvens de couve-flor!

A área rural italiana usa ingredientes que dariam uma boa refeição típica: árvores de pimentão, campos de macarrão, carro de lasanha e um vilarejo feito de queijo ao fundo.

A impressionante imagem desta cena de caverna e água usa pães, ervilhas e uma vegetação subaquática de couve-flor que é um show.

Que tal este cena de pôr-do-sol, onde o mar é feito de fatias de salmão por onde navega calmamente um barquinho feito com a vagem de ervilhas? Para completar, pães e batatas criam rochas perfeitas.


Fonte: http://obviousmag.org/archives/2008/02/carl_warner.html#ixzz0ZEIdQSVs

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A contribuição da Publicidade e Redes Sociais nas Eleições 2010




Estamos chegando à reta final destas eleições. Será que já dá para responder se a disputa, agora equipada com as Redes Sociais, foi fail ou epic win?

Essencialmente, não mudou muita coisa. Independente de quem seja eleito, não teremos um novo “efeito Obama”, como já era esperado, mas pelo menos os candidatos estão prestando mais atenção às opiniões dos eleitores manifestadas em tweets, posts e outros meios de expressão na web.

Apesar, do número de internautas brasileiros não parar de crescer, ainda é muito tímido para influir no resultado das eleições e nas estratégias de marketing dos partidos. O que vimos foi o feijão com arroz praticado há décadas: santinhos distribuídos na rua, placas com layouts duvidosos poluindo o visual das ruas e o horário eleitoral gratuito.

Apesar do cenário apresentado na publicidade eleitoral ser mais do mesmo, pode-se comemorar algumas coisas que mudaram graças à internet. Alguns candidatos, principalmente os que querem ser deputado, estão fazendo questão de exibir que é “ficha limpa” (algo que não deveria ser diferencial e sim obrigação) e temos meios de verificar se isso é verdade. Além disso, muita gente tem se mobilizado para alertar às pessoas via Twitter e e-mail que votar em um comediante para deputado não é “voto de protesto” e sim contribuição para a velha estratégia de colocar celebridades na disputa para eleger o maior número possível de políticos da legenda.

Nessas eleições da Era das Redes Sociais, os candidatos serão eleitos com a ajuda de milhões de pessoas que ainda não tem acesso à internet, mas está claro que esta mídia será cada vez mais importante no futuro na hora de decidir o voto. E esse fato já pode ser considerado uma grande vitória.

PS: para mim, as eleições seriam mais justas se o candidato a deputado não tivesse direito a levar mais pessoas para a Câmara. Também seria muito bom se cada candidato fosse obrigado a registrar em cartório as suas promessas de campanha. Caso não as cumprisse em determinado período do mandato, sofreria Impeachment.


Fonte:http: //blogcitario.blog.br/2010/09/a-contribuicao-da-publicidade-e-redes-sociais-nas-eleicoes-2010/

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Tipos de Cliente

O Cliente é a razão de viver de qualquer agência de publicidade. Afinal, ela existe para resolver os problemas de comunicação da empresa e torná-la conhecida para o mercado e seus consumidores. Logicamente, muitos empresários têm consciência da sua importância e, como todo ser humano, comporta-se de maneiras diferente diante da equipe que ele contratou para criar e veicular suas campanhas. A seguir, vou listar alguns tipos que trabalho ou trabalhei.

O ansioso

Esse Cliente confia no trabalho da agência, mas desconfia que ela seja capaz de entregar a campanha no prazo estipulado. Por isso, liga de hora em hora para saber se o anúncio está pronto, se o outdoor vai sair no dia certo ou se o comercial não está demorando na finalização. Isso acontece mesmo que a campanha anterior tenha saído sem nenhum problema.

O dono da agência

Quando o Cliente sabe que é o maior anunciante, geralmente ele começa a dar opinião no trabalho dos criativos, enlouquecendo a agência. Às vezes, ele chega de surpresa e senta ao lado do diretor de arte para opinar sobre o tamanho do logotipo, depois confere os títulos e textos do redator e “sutilmente” sugere a sua própria idéia. Mas no final, a campanha sai com a marca da agência.

O “bonzinho”

O prazo está apertado e as peças só ficarão prontas no dia seguinte? Pode remarcar a apresentação sem problemas. Geralmente aprova tudo “de primeira”. É um tipo muito raro, mas pode ser um lobo em pele de cordeiro. Ele dá mais liberdade para trabalhar, mas se a campanha não gerar resultado, será o primeiro a apontar o dedo e até ameaçar trocar de agência.

O “difícil”

Para não dar o braço a torcer, sempre tem algo para mudar nas idéias apresentadas, mesmo que seja apenas uma cor utilizada no texto. Depois de muitas “refações”, ele não se dá por satisfeito, mas como o prazo está acabando chega à conclusão que a segunda idéia era mesmo a melhor.

O terrorista

Está sempre insatisfeito com trabalho apresentado. A cada reprovação, resolve dar uma de Osama Bin Laden e ameaçar a soberania da agência informando que “da próxima vez” vai chamar o seu próprio “designer” para fazer todo o trabalho por um “preço melhor”. Claro que ele nunca cumpre essa promessa, pois sabe que quem sairá perder é a sua própria empresa.

O negociador

Está no DNA do brasileiro sempre dar a tradicional “choradinha” e na publicidade não é diferente. O Cliente sempre acha que o serviço tá caro e pergunta se não tem como dar um desconto. Quando vê a sua oferta recusada, ameaça virar o terrorista, mas isso pode ser evitado com bons argumentos.

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É claro que essas características são variáveis e, às vezes, o mesmo Cliente tem um pouco de cada tipo. Por isso, acredito que não há solução definitiva para evitar esse comportamento de quem paga para ter criatividade nas campanhas. O jeito é achar caminhos para diminuir os efeitos nocivos que isso pode ter no trabalho.


Fonte: http://blogcitario.blog.br/2010/09/tipos-de-cliente/

Esporte é pouco explorado pela propaganda, diz Alexandre Gama

Dono da Neogama/BBH, Alexandre Gama se juntou a outros empresários em empreitada de olho na Copa do Mundo e Olimpíadas, no Brasil em 2014 e 2016. O resultado foi o nascimento da Sport Strategy, empresa que surge para entender o esporte como "ferramenta de marketing e comunicação".

Passado o furor do lançamento, ele falou ao Adnews sobre como pretende fazer a Sport Strategy ser a solução ideal para as marcas. Entre previsões e planejamento, Gama acredita que falta “estratégia e criatividade” neste mercado e que tudo ainda é muito “tático e reativo”.

Confira abaixo o bate-papo:

- O mercado de esporte é bem explorado pelas agências e anunciantes no Brasil?

Não, não é. Tudo ainda é muito tático, oportunista e reativo por parte dos dois lados. Por isso criamos a Sport Strategy. Ela foi pensada por um ano e meio para ser a resposta planejada e sob medida para responder à necessidade desse momento único no Brasil.

- O que prever do ponto de vista tecnológico? Qual mídia será o destaque para Copa e Olimpíadas?

A questão não é de meio, mas de mensagem, de conteúdo. O que falta é estratégia e criatividade. E é isso que nós podemos e iremos aportar através da Sport Strategy. As mídias serão todas, mais a criação de novas, pensadas especialmente para o universo do Esporte.

- Como vai funcionar a parceria com agências?

A Sport Strategy não é uma agência. Ela não agencia espaço, nem esportistas, nem nada. Ela é uma empresa de criatividade e estratégia com foco na marca através da ótica do Esporte. Nesse sentido, ela pode trabalhar com qualquer agência ou empresa no momento da execução da estratégia criada. A ideia é de que se Esporte é corpo, a Sport Strategy seja a cabeça, ajudando esse corpo a se mover na direção certa para a marca.

- Qual o potencial das Olimpíadas e Copa do Mundo em termos de verba para a propaganda? Quanto vai gerar?

Não há limite. O potencial é enorme. Mas o que vai determinar o aproveitamento desse potencial são as estratégias e ideias criadas especialmente para o momento. É isso que vai separar os oportunos dos oportunistas, os estratégicos dos meramente táticos. Há tanta coisa criada e pronta para ser implantada no nosso plano geral de ações que vejo faltar dias nesses próximos 6 anos para colocarmos tudo em prática.

Por Marcelo Gripa

Dani

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Coca-cola lança PlantBotlle


Nesta quarta-feira (15), a Coca-Cola estreia a campanha de PlantBottle na TV. Desenvolvido pela Ogilvy & Mather Brasil, o comercial reforça o compromisso da empresa em inovar por meio de embalagens sustentáveis, mostrando os benefícios do novo modelo de garrafa PET, 100% reciclável, no qual o etanol de cana-de-açúcar substitui parte do petróleo utilizado como matéria-prima.Ficha técnica Título: Plant Bottle


Ficha técnica:
Anunciante: Coca-Cola
Produto: Coca-Cola
Agência (adaptação): Ogilvy & Mather Brasil
Direção de criação (adaptação): Matheus Pizão
Vice Presidente Nacional de Criação (adaptação): Anselmo Ramos
Produção/agência (adaptação): Patrícia Cortes
Atendimento/agência (adaptação): Luis Carlos Franco, Ana Paula Perdigão, Claudia Bastos e Mariana Yusim
Produtora adaptacao: Fulano Filmes
Produtora de som (adaptação): Sonido
Editor (adaptação): Flávio Eidi
Animação (adaptação): Teisson Froes
Finalização (adaptação): Fulano Filmes
Aprovação/cliente (adaptação): Luciana Feres, Patricia Esteves, Rafael Prandini, Ana Paula Castello Branco, Gian Martinez, Marry Zerk, Paloma Azulay e Flavia Gama


Fonte: PropMark

Dani>>

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

E se publicidade e propaganda não existisse?

Em um dos episódios da nova temporada de Mad Men, uma garota fala para Don Draper o seguinte: “Publicidade? Isso é lixo”. Ele responde tranquilamente: “Então pare de comprar coisas”.

















De agora em diante acho que darei esta resposta caso venham comentar algo semelhante comigo. De vez em sempre vejo alguma pessoa reclamando de como odeia comerciais, anúncios e toda e qualquer coisa que lembre o assunto. Talvez o problema em si não seja a publicidade em si, mas a enorme quantidade de comercial “feijão com arroz” e a mania quase automática de pegar o controle remoto na hora do intervalo do programa favorito.

Já pensou como seria o mundo se a presença da publicidade e propaganda?

Pouca concorrência no mercado:como precisa de comida, roupas, calçados e outros elementos para sobreviver, existiria apenas uma ou outra empresa para cada segmento. Afinal, ninguém seria apaixonado por uma marca e compraria apenas para satisfazer suas necessidades básicas.

O mundo seria mais chato: sem motivos para anunciar, já que todo mundo sabe onde comprar o que precisa, seríamos rodeados de lojas com placas escritas “sapatos”, “supermercado” e por aí vai. Programas de TV e filmes teriam produções mais modestas, já que dependeriam das próprias pernas para se desenvolver.

Tipos de comportamento não existiriam: porque você acha que muita gente gosta de comer pipoca com guaraná? Comer pão com manteiga?

O ritmo do desenvolvimento seria menor: se ninguém se teria orgulho de possuir uma camisa de marca X, porque existiriam empresas interessadas em desenvolver modelos diferenciados? Se as pessoas não são estimuladas a consumir, empresas não se interessariam em criar novos produtos para facilitar a vida. O lançamento de um produto não garantiria a sobrevivência deste, já que gerava lucro.

Ou seja, de uma forma ou de outra, a publicidade beneficia e influencia a todos, mesmo que você não perceba.

Fonte: Blogcitário

Abraço galeraaaaaaaa!!!!! Bom findi a todos!!! :)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Estudo conclui que crianças entendem propaganda


Kids Experts 2010 investigou como a publicidade infantil é vista pelo público-alvo

As crianças sabem que o papel da propaganda é apresentar o produto de maneira mais atraente do que ele realmente é, a fim de vender mais, apontou a pesquisa Kids Experts 2010. "Eles são observadores e curiosos. Buscam saber o que está por trás da propaganda. Não acreditam em tudo o que veem e sabem argumentar", disse Pablo Verdin, vp de pesquisa para América Latina da Turner. O estudo realizado anualmente pela Turner International do Brasil, programadora de TV por assinatura dos canais Cartoon Network e Boomerang, teve como tema em 2010 a publicidade infantil.

A pesquisa foi feita com grupos de crianças de 6 a 8 anos, de 9 a 11 anos e de 12 a 15 anos e com mães de crianças de 9 a 11 anos, das classes AB, em residências com TV paga. Foram usados grupos de discussão e as tecnologias eye-tracking e trace, além de oficinas criativas, nas quais as crianças criaram suas próprias campanhas para incentivar a preservação da água. "O estudo trouxe informações muito importantes. Primeiro, para nosso próprio conhecimento, depois para dividir com nossos colaboradores", explicou Rafael Davini, vp de publicidade e marketing da Turner.

http://www.propagandars.com.br/noticias_abrir.php?ct=32&id