Segue aí o teaser do Documentário produzido pela turma do Curso de Extensão de Produção Audiovisual com Ênfase em Documentário, do Curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Cenecista de Bento Gonçalves.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Recortes tridimensionais em folha A4
Para uma mente criativa, uma folha em branco de papel A4 pode se tornar qualquer coisa. E para Peter Callesen, a máxima é exatamente a mesma.
O dinamarquês se dedica à arte de recortar e montar pequenas esculturas de papel, explorando a transformação mágica da folha achatada em figuras que se expandem no espaço ao seu redor. Para dar mais contraste entre a folha e suas criações tridimensionais, o artista sempre deixa o papel que foi usado no recorte junto da obra finalizada.













Fonte: ZUPI
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Crianças repudiam propagandas esnobes e manipuladoras
O cenário geralmente é carregado de cores e movimentos. Pode ter personagens, crianças ou celebridades, músicas e efeitos especiais além, é claro, de humor. Mas, afinal, o que as crianças querem ver na publicidade? Elas gostam do que veem? Essas foram algumas das perguntas respondidas pela pesquisa Kids Experts, da Turner International do Brasil – programadora responsável pelo canal Cartoon Network.
“Mãe, eu preciso disso”. A frase comum pode ser interpretada como um efeito colateral das propagandas às quais as crianças ficam expostas, mas essa visão foi desmentida pelas mais de 500 entrevistas feitas. “Para nós, a pesquisa mostrou nitidamente que estes consumidores do futuro sabem bem o que querem, com a consciência clara de que a propaganda está ali para vender”, disse Renata Policicio, gerente de pesquisa da operadora.
A relação entre publicidade e venda não desagrada necessariamente esse público. Eles esperam mais investimento e se atentam para qualidade do produto apresentado e do comercial produzido. “Nós ficamos surpresos com coisas básicas [durante a pesquisa]”, disse o vice-presidente de pesquisa da Turner, Pablo Verdin, e citou como exemplos de recursos essenciais para cativar as crianças a utilização de cores, textos enxutos e humor.
Com os dados, foi possível definir o que esse público não quer ver nos intervalos de seus desenhos: mensagens esnobes e manipuladoras, desigualdade entre o que está na tela e o que está à venda. E, claro, o que as agrada: humor, agilidade, informação direta, música, animação e personagens.
Divididos em quatro tipos de metodologias, 480 crianças foram entrevistadas em pesquisa quantitativa e outras 72 em qualitativa. Duas tecnologias foram utilizadas: a Eye Tracking (que acompanha os olhos do espectador para identificar o foco de atenção) e o Trace (que mede o interesse em diversos comerciais). Além disso, diversos grupos de discussão e oficina criativa – sob orientação de Washington Olivetto – foram formados para concluir o estudo.
As mães também foram questionadas e, em geral, consideraram que a publicidade pode ajudar os filhos a terem atitudes positivas. Além disso, se colocaram a favor da criação de regras para esse tipo de propaganda.
Por Lais Mendonça
Redação Adnews
>>Dani
“Mãe, eu preciso disso”. A frase comum pode ser interpretada como um efeito colateral das propagandas às quais as crianças ficam expostas, mas essa visão foi desmentida pelas mais de 500 entrevistas feitas. “Para nós, a pesquisa mostrou nitidamente que estes consumidores do futuro sabem bem o que querem, com a consciência clara de que a propaganda está ali para vender”, disse Renata Policicio, gerente de pesquisa da operadora.
A relação entre publicidade e venda não desagrada necessariamente esse público. Eles esperam mais investimento e se atentam para qualidade do produto apresentado e do comercial produzido. “Nós ficamos surpresos com coisas básicas [durante a pesquisa]”, disse o vice-presidente de pesquisa da Turner, Pablo Verdin, e citou como exemplos de recursos essenciais para cativar as crianças a utilização de cores, textos enxutos e humor.
Com os dados, foi possível definir o que esse público não quer ver nos intervalos de seus desenhos: mensagens esnobes e manipuladoras, desigualdade entre o que está na tela e o que está à venda. E, claro, o que as agrada: humor, agilidade, informação direta, música, animação e personagens.
Divididos em quatro tipos de metodologias, 480 crianças foram entrevistadas em pesquisa quantitativa e outras 72 em qualitativa. Duas tecnologias foram utilizadas: a Eye Tracking (que acompanha os olhos do espectador para identificar o foco de atenção) e o Trace (que mede o interesse em diversos comerciais). Além disso, diversos grupos de discussão e oficina criativa – sob orientação de Washington Olivetto – foram formados para concluir o estudo.
As mães também foram questionadas e, em geral, consideraram que a publicidade pode ajudar os filhos a terem atitudes positivas. Além disso, se colocaram a favor da criação de regras para esse tipo de propaganda.
Por Lais Mendonça
Redação Adnews
>>Dani
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Pantene Propagandas
Comercial de televisão tailandês Pantene. É simplesmente brilhante. A história de uma menina surda e muda que aprende a tocar violino contra todas as probabilidades.
Fantástico!
Fantástico!
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quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Propaganda dentro da escola pode ser proibida
Tramita na Câmara dos Deputados um Projeto de Lei que pretende extinguir a publicidade dentro de escolas do ensino básico. A proposta do deputado Eliene Lima (PP-MT), cujo número é 7.480/10, alteraria o atual Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).
Apesar de o CDC já considerar abusiva a publicidade que explore o medo ou tire proveito da criança – por causa da deficiência de julgamento e da inexperiência -, o autor do PL considera que “a legislação atual não tem sido suficiente para livrar crianças e adolescentes da voracidade comercial de algumas empresas”.
Como exemplo, o deputado lembra um caso noticiado pela Folha.com em abril deste ano, quando a agência de viagens Trip&Fun entrou em uma escola de São Paulo para divulgar seu pacote para a Disney. A campanha explorava o slogan “Se eu não for para a Disney, vou ser um pateta” e usava fotos das crianças excluídas com cartazes de “pateta”.
Na época, a agência e a escola se defenderam com a alegação de que a campanha era só uma “brincadeira”, mas uma das mães afirmou que iria processar a Trip&Fun porque sua filha se sentiu envergonhada por ser uma das poucas na sala fora da excursão, que custa a partir de R$ 5.216.
O projeto será analisado em caráter conclusivo, então não precisará ser votado pelo Plenário, somente pelas comissões que forem designadas para isso. Apenas duas situações podem tirar esse caráter do PL: se houver parecer divergente entre as comissões, ou se houver recurso contrário a ele depois de as comissões terem aprovado.
Nas duas situações, o projeto deve ser votado pelo Plenário pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e Cidadania.
Redação Adnews, com informações da Agência Câmara
Apesar de o CDC já considerar abusiva a publicidade que explore o medo ou tire proveito da criança – por causa da deficiência de julgamento e da inexperiência -, o autor do PL considera que “a legislação atual não tem sido suficiente para livrar crianças e adolescentes da voracidade comercial de algumas empresas”.
Como exemplo, o deputado lembra um caso noticiado pela Folha.com em abril deste ano, quando a agência de viagens Trip&Fun entrou em uma escola de São Paulo para divulgar seu pacote para a Disney. A campanha explorava o slogan “Se eu não for para a Disney, vou ser um pateta” e usava fotos das crianças excluídas com cartazes de “pateta”.
Na época, a agência e a escola se defenderam com a alegação de que a campanha era só uma “brincadeira”, mas uma das mães afirmou que iria processar a Trip&Fun porque sua filha se sentiu envergonhada por ser uma das poucas na sala fora da excursão, que custa a partir de R$ 5.216.
O projeto será analisado em caráter conclusivo, então não precisará ser votado pelo Plenário, somente pelas comissões que forem designadas para isso. Apenas duas situações podem tirar esse caráter do PL: se houver parecer divergente entre as comissões, ou se houver recurso contrário a ele depois de as comissões terem aprovado.
Nas duas situações, o projeto deve ser votado pelo Plenário pelas comissões de Defesa do Consumidor; Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e Cidadania.
Redação Adnews, com informações da Agência Câmara
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Como funciona o tradutor do Google?
Eaeee povooo! Semana começando mais uma vez, calorzinho na serra que bom não é?! E pra começar a semana de uma forma bem leve, aí vai um videozinho que encontramos no site Espaço com design.
Pois é, de repente virou moda falar do Google translate.... Até próprio Google dessa vez resolveu mostrar como ele é feito. Bem legall... olha ae! Beijooo!
Pois é, de repente virou moda falar do Google translate.... Até próprio Google dessa vez resolveu mostrar como ele é feito. Bem legall... olha ae! Beijooo!
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